--- id: AGD-0010 ticket: studio-code-editor-workspace-foundations title: Iniciar foundations do Code Editor no Studio sem LSP status: open created: 2026-03-30 resolved: 2026-03-30 decision: DEC-0008 tags: - studio - editor - workspace - multi-frontend - lsp-deferred --- ## Pain O shell do Studio ja assume `Code Editor` como parte do baseline workspace set, mas a implementacao atual do `EditorWorkspace` ainda e apenas um `CodeArea` com texto hardcoded e botoes sem modelo real de documento, tabs, arquivos, modo read-only organizado ou sessao de projeto. Ao mesmo tempo, queremos iniciar os trabalhos do editor agora, com foco em UI e infraestrutura robusta para varios frontends, mas sem cair em uma dependencia prematura de LSP e sem fechar a porta para ele como provedor semantico futuro. Sem fechar a boundary agora, a implementacao pode desviar para tres extremos ruins: - o Studio virar uma casca quase vazia que depende de cada frontend ate para abrir, salvar e manter buffers; - ou o Studio absorver semantica demais e virar uma segunda autoridade sobre parsing, diagnosticos e modelo de compilacao. - ou a primeira wave endurecer a arquitetura em torno de uma implementacao local que depois conflita com a integracao de LSP. ## Context Domain owner: `studio` Owner surface: `docs/specs/studio` Cross-domain input: `compiler` Superficies relevantes hoje: - `docs/specs/studio/1. Studio Shell and Workspace Layout Specification.md` ja define `Code Editor` como workspace baseline do shell; - `docs/specs/studio/2. Studio UI Foundations Specification.md` exige workspaces com composicao root, event bus tipado, lifecycle-managed controls e infra reutilizavel; - `prometeu-studio/src/main/java/p/studio/workspaces/editor/EditorWorkspace.java` hoje monta um `CodeArea` simples sem modelo de arquivos do projeto; - `prometeu-studio/src/main/java/p/studio/projects/ProjectLanguageCatalogService.java` ja consome `FrontendRegistryService` e `FrontendSpec`, o que mostra que o Studio ja reconhece multiplos frontends e source roots por linguagem; - `prometeu-compiler/.../FrontendSpec.java` ja modela `languageId`, `allowedExtensions`, `sourceRoots`, `caseSensitive` e versoes de stdlib; - `DSC-0011` acabou de fechar que o compiler possui entrypoints canonicos `analyze`, `compile` e `build`, com `analyze` como superficie sem write side effects e `AnalysisSnapshot` como contrato minimo de resultado; - `docs/roadmaps/lsp/` ja existe como trilha separada, mas esta wave quer editor sem depender de LSP; - o precedente do packer fixa uma boa disciplina de ownership, mas ele nao deve ser copiado mecanicamente para o editor sem discutir a diferenca entre semantica de dominio e sessao generica de edicao. O ponto mais sensivel desta agenda e justamente essa diferenca: - no packer, Studio nao deve reinventar semantica de asset, snapshots operacionais ou write lanes de dominio; - no editor, leitura de arquivos fonte, buffers em memoria para arquivos abertos e snapshots documentais/estruturais fazem parte da propria experiencia do workspace e nao sao, por si so, semantica de linguagem. Direcao adicional ja explicitada para a UX: - o editor deve seguir um baseline proximo ao modelo do IntelliJ; - a ala esquerda deve ser uma stack vertical com `Project Navigator` funcional no topo e uma regiao de `Outline` ja delimitada abaixo, ainda apenas como placeholder estrutural nesta wave; - o `Project Navigator` deve mostrar todos os arquivos e diretorios do projeto, com tagging visual dos source roots relevantes para o frontend selecionado em `prometeu.json`; - o `Project Navigator` deve ordenar pastas antes de arquivos, em ordem alfabetica, sem filtros sofisticados nesta wave, incluindo arquivos ocultos por padrao; - a area central deve ter tabs de arquivos abertos no topo e o editor rico no corpo principal; - a regiao inferior deve ser um helper persistente apenas para demarcar espaco nesta wave, funcionando como placeholder passivo; - a primeira wave tambem pode incluir um `status bar` passivo: breadcrumb do arquivo ativo na esquerda e, na direita, `L:C`, line separator, modo de tabs/espacos, extensao/linguagem e um cadeado de `read-only` apenas visual, sem efeito funcional ainda; `L:C` pode nascer como placeholder visual nesta wave. ## Open Questions - [x] O primeiro wave do editor deve nascer com tabs multiplas e sessao multi-documento completa, ou tabs multiplas com uma politica mais simples de documentos ativos/carregados? Fechamento: todo arquivo ainda nao aberto deve abrir em nova tab; a primeira wave tera uma faixa de tabs responsiva, mostrando quantas tabs couberem na largura disponivel e mandando o restante para um controle de overflow no estilo IntelliJ; a tab ativa deve permanecer visivel; comportamento mais rico pode ser adicionado depois. - [x] Como o `EditorWorkspace` descobre quais arquivos e source roots sao editaveis a partir de `ProjectReference.languageId` e `FrontendSpec`? Fechamento: o editor pode abrir todos os arquivos do projeto; `prometeu.json` define o frontend selecionado e serve para taggear corretamente os source roots/diretorios fonte no `Project Navigator`; a wave continua read-only. - [x] Quem detecta modificacoes externas em arquivos abertos e como o conflito entre disco e buffer em memoria deve aparecer para o usuario? Fechamento: o projeto recebe um refresh inicial ao abrir e aceita refresh manual a qualquer momento por um botao proprio no `Project Navigator`; como a wave e read-only, nao existe resolucao de merge local ainda. - [x] Alem do baseline ja aceito (`Project Navigator`, tabs, editor central, helper inferior), a primeira wave tambem deve incluir `outline` ou `status bar`, ou esses elementos ficam explicitamente para depois? Fechamento: `status bar` entra nesta wave; `outline` fica fora como componente funcional, mas sua regiao ja deve ficar delimitada visualmente abaixo do `Project Navigator` como placeholder estrutural. - [x] Qual e o modelo de eventos editoriais minimo desta wave: arquivo aberto/fechado, troca de tab ativa, dirty state, save, reload externo, erro de IO e mudanca de selecao no navigator? Fechamento: esta agenda nao vai fechar um contrato formal de eventos agora; se necessario, deixar apenas comentarios de implementacao, nao requisitos normativos. - [x] O que fica explicitamente fora desta wave por ausencia de LSP: autocomplete, go to definition, semantic diagnostics ao digitar, symbols, rename, code actions? Fechamento: esta wave nao lida com codigo em si, apenas com gerenciamento de arquivos, abertura de tabs e composicao editorial do workspace. ## Options ### Option A - Studio como casca pura; frontend/backends fazem o resto - **Approach:** O Studio hospeda a area visual do editor, mas leitura, escrita, buffers, snapshots e demais operacoes relevantes ficam delegadas a adaptadores por linguagem ou a servicos externos. - **Pro:** Mantem o Studio "leve" e minimiza responsabilidade local. - **Con:** Duplica infraestrutura generica em cada frontend, acopla UX basica a backend de linguagem e torna dificil sustentar uma experiencia coerente multi-FE sem LSP. - **Maintainability:** Fraca. A boundary fica formalmente limpa, mas o custo reaparece como fragmentacao de sessao, inconsistencias de UX e adaptadores repetidos. ### Option B - Studio possui sessao generica de documentos; semantica vem depois por integracao - **Approach:** O Studio passa a possuir uma camada generica de editor para descoberta de arquivos, leitura, tabs, estado ativo, refresh manual, snapshot estrutural da arvore e gerenciamento dos documentos abertos em memoria em modo read-only; provedores semanticos futuros, incluindo LSP, consomem essa base depois por uma seam explicita. - **Pro:** Cria uma base robusta para varios frontends mesmo sem LSP, evita duplicacao de infra generica e mantem a semantica de linguagem fora do workspace visual. - **Con:** Exige disciplina para nao confundir `snapshot documental` com resultado semantico e para nao deixar a camada generica vazar regras de linguagem ou hardcodes anti-LSP. - **Maintainability:** Forte. A separacao entre sessao de edicao e semantica de linguagem fica clara e expansivel. ### Option C - Cada frontend possui seu proprio stack de editor end-to-end - **Approach:** O Studio oferece apenas um host de workspace, e cada frontend implementa seu proprio editor, file model, snapshots e event wiring do zero. - **Pro:** Maxima liberdade por linguagem. - **Con:** DestrĂ³i a chance de um framework comum de editor, duplica problema de tabs/buffers/save/conflicts e torna a shell dependente de N mini-produtos locais. - **Maintainability:** Fraca. Funciona para prototipos isolados, mas nao para um Studio que quer suportar varios FEs sob uma UX comum. ### Option D - Esperar LSP e desenhar o editor em torno dele - **Approach:** Adiar a infra editorial mais seria ate que exista um backend LSP suficientemente funcional e modelar o editor a partir desse contrato. - **Pro:** Pode reduzir retrabalho se o LSP for a unica fronteira desejada. - **Con:** Conflita com o objetivo desta wave, atrasa o editor, e ainda nao resolve ownership de file IO, buffers e dirty state, que continuam existindo mesmo com LSP. - **Maintainability:** Media para baixa. O LSP ajuda na semantica, mas nao substitui a sessao generica de edicao. ## Discussion O precedente do packer e util, mas ele nao responde sozinho a pergunta desta agenda. No packer, a semantica de dominio e forte: - identidade de asset; - validacao; - write lane; - snapshots operacionais; - causality de eventos. Nessa area, faz sentido Studio atuar mais como adaptador editorial do que como autoridade. No editor de codigo, porem, existe uma camada anterior a qualquer semantica de linguagem: - abrir arquivo; - manter buffer em memoria; - alternar tabs; - versionar snapshots documentais; - reagir a mudancas externas; - expor um modelo de sessao que qualquer FE consiga consumir. Essas responsabilidades nao sao "semantica de compiler". Sao responsabilidades normais de um editor. Se o Studio se recusar a possui-las, cada frontend ou integracao futura precisara reinventar a mesma infraestrutura. Do ponto de vista de UX, a direcao mais solida e assumir um baseline de tres regioes dentro do `EditorWorkspace`: 1. `Project Navigator` na esquerda 2. `Editor Workarea` no centro, com tabs acima e editor no corpo 3. `Editor Helper Panel` na base, para tips, prompts, hints e feedback contextual Dentro da coluna esquerda, o layout ja deve nascer preparado para a composicao futura: 1. `Project Navigator` funcional no topo; 2. regiao de `Outline` reservada abaixo; 3. `Outline` ainda sem comportamento real, sem arvore fake e sem semantica local nesta wave. Esse painel inferior ainda nao precisa nascer com funcao real. Nesta wave ele existe apenas para demarcar o espaco futuro da composicao, como placeholder passivo. O boundary mais saudavel parece ser: 1. o Studio possui a sessao generica de documentos e a UX editorial comum; 2. essa sessao cobre organizacao de componentes, buffers abertos em memoria, tabs, refresh/reload e o minimo necessario para gerenciamento editorial read-only dos arquivos; 3. parsing, name resolution, diagnostics, semantic tokens, completions e afins continuam fora da camada generica do editor; 4. LSP, quando existir, entra como um provedor de semantica sobre essa base, nao como substituto da base e nao como dependencia obrigatoria desta wave. O estado atual do compiler ajuda a nao exagerar o escopo desta agenda. `DSC-0011` fechou o pipeline canonico e os entrypoints publicos do compiler. Isso e suficiente, por enquanto, para esta agenda assumir apenas que o editor nao deve bloquear integracoes semanticas futuras. Esta discussion nao precisa decidir agora o contrato final entre `document snapshots` e `analyze`, nem substituir LSP por uma semantica local improvisada no Studio. Isso tambem ajuda com a meta de varios FEs: - `FrontendSpec` ja informa roots e extensoes; - o `EditorWorkspace` pode montar a superficie a partir disso; - e cada linguagem ou integracao futura fica livre para plugar semantica sem destruir o modelo editorial comum. Com isso, o foco desta agenda fica mais limpo: 1. composicao visual do workspace editor; 2. gerenciamento de arquivos abertos em memoria; 3. modelo de tabs e documento ativo; 4. refresh em modo read-only; 5. `Project Navigator` completo sobre o projeto com tagging de source roots relevantes; 6. `status bar` passivo com informacoes editoriais basicas; 7. reserva de seams para providers semanticos futuros, sem acoplamento prematuro. Tabs precisam nascer de forma pragmatica nesta wave. O objetivo nao e fechar ainda persistencia de sessao, drag-and-drop, pinning, grupos, split view ou navegacao avancada. O que fica fechado e o baseline visual e operacional: 1. arquivos ainda nao abertos entram em nova tab; 2. a faixa de tabs deve ser responsiva e mostrar quantas tabs couberem na largura disponivel; 3. tabs adicionais devem ficar acessiveis por um controle de overflow estilo IntelliJ; 4. a tab ativa deve permanecer visivel; 5. o rotulo da tab usa apenas o nome do arquivo com extensao; 6. comportamento mais rico pode ser adicionado depois sem mudar o contrato visual inicial. O `Project Navigator` tambem fica mais claro: 1. ele nao deve limitar a edicao apenas aos arquivos fonte tagged; 2. ele deve mostrar todos os arquivos e diretorios do projeto; 3. `prometeu.json` e o frontend selecionado servem para destacar roots relevantes, nao para esconder o restante do projeto. 4. ele deve manter um snapshot estrutural em memoria da arvore do projeto para navegacao e estado visual; 5. esse snapshot estrutural nao substitui o filesystem como source of truth; 6. snapshots de conteudo continuam restritos aos arquivos abertos no editor; 7. a arvore faz um refresh inicial ao abrir o projeto e permite refresh manual a qualquer momento por um botao proprio; 8. arquivos ocultos entram por padrao; 9. arquivos nao-textuais ou nao suportados podem aparecer no navigator, mas devem abrir um modal simples avisando que o arquivo nao e suportado nesta wave. A regiao de `Outline` deve entrar apenas como reserva estrutural. Ela ajuda a estabilizar a composicao da coluna esquerda agora, sem puxar semantica prematura para dentro desta agenda. Se houver texto placeholder, ele deve ser discreto e claramente nao funcional. O `status bar` entra como componente editorial passivo nesta primeira wave. Na esquerda ele mostra o breadcrumb do arquivo ativo, por exemplo `proj > src > file.pbs`. Na direita ele mostra: 1. posicao atual em `L:C`; 2. line separator; 3. modo de tabs/espacos, por exemplo `Spaces: 2` ou `Spaces: 4`; 4. extensao ou linguagem do arquivo ativo; 5. um cadeado de `read-only` apenas visual, reservado para funcionalidade futura do editor, sem efeito nesta wave. Como a primeira wave e read-only, ela nao fecha agora dirty tracking, save ou merge entre buffer local e disco. O comportamento minimo fica reduzido a: 1. abrir arquivos em memoria para leitura; 2. atualizar a visao a partir de refresh manual e refresh inicial; 3. deixar escrita, dirty state e resolucao de conflitos para wave posterior. Tambem nao vale persistir estado de sessao agora. Expansao da arvore, tabs abertas e qualquer outro estado visual vivem apenas na sessao atual; persistencia entre execucoes fica para depois. Nao vale a pena transformar esta agenda em contrato detalhado de eventos agora. Se algum evento precisar aparecer durante implementacao, ele deve entrar apenas como comentario/local detail e nao como fechamento normativo desta discussion. ## Resolution Recommended direction: seguir com **Option B**. A agenda deve convergir para uma decisao com os seguintes fechamentos: 1. o Studio deve possuir uma camada generica de `document/session` para o Code Editor; 2. essa camada deve operar em modo read-only nesta primeira wave, podendo abrir arquivos fonte e manter snapshots documentais em memoria apenas para leitura; 3. essa camada deve ser responsavel por organizacao de componentes, tabs, buffers abertos, refresh/reload e snapshot estrutural do projeto, sem dirty tracking, save ou merge local nesta wave; 4. essa camada nao deve possuir semantica de linguagem, parsing autoritativo, diagnosticos ou ownership de comportamento tipico de LSP; 5. a primeira wave deve reservar um seam explicito para provedores semanticos futuros, incluindo LSP, sem torna-los dependencia imediata e sem endurecer o editor contra eles; 6. a primeira wave do editor deve normatizar explicitamente o baseline visual do workspace: `Project Navigator` na esquerda, tabs no topo da area central, editor rico no corpo, `Editor Helper Panel` inferior reservado e `status bar` passivo; 7. a coluna esquerda deve reservar uma regiao de `Outline` abaixo do `Project Navigator`, mas sem comportamento funcional nesta wave; 8. o `Project Navigator` deve mostrar todos os arquivos e diretorios do projeto, incluindo arquivos ocultos por padrao, ordenando pastas antes de arquivos em ordem alfabetica e usando `prometeu.json` apenas para taggear corretamente roots/fontes relevantes ao frontend selecionado; 9. o `Project Navigator` deve manter um snapshot estrutural em memoria da arvore do projeto para navegacao e estado visual, sem substituir o filesystem como source of truth; 10. a arvore do projeto deve fazer refresh inicial ao abrir o projeto e permitir refresh manual a qualquer momento por um botao proprio no `Project Navigator`; 11. snapshots de conteudo em memoria ficam restritos aos arquivos abertos no editor; 12. arquivos nao-textuais ou nao suportados podem aparecer no navigator, mas devem abrir um modal simples avisando que o arquivo nao e suportado nesta wave; 13. a primeira wave de tabs deve abrir todo arquivo novo em nova tab, usar uma faixa responsiva com overflow no estilo IntelliJ, manter a tab ativa visivel e usar apenas o nome do arquivo com extensao como rotulo da tab; 14. o `status bar` deve mostrar breadcrumb do arquivo ativo na esquerda e, na direita, `L:C`, line separator, modo de tabs/espacos, extensao/linguagem e um cadeado visual de `read-only` sem efeito funcional ainda; `L:C` pode nascer como placeholder visual nesta wave; 15. o `Editor Helper Panel` nasce passivo na primeira wave apenas para demarcar espaco, sem funcao real ainda; 16. expansao da arvore, tabs abertas e demais estados visuais vivem apenas na sessao atual; persistencia entre execucoes fica para depois; 17. ficam explicitamente fora desta wave escrita, save, dirty tracking, merge de conflitos, autocomplete, go to definition, semantic diagnostics ao digitar, symbols, rename, code actions e qualquer decisao detalhada de integracao com LSP; 18. esta agenda nao fecha agora um contrato normativo de eventos editoriais; qualquer necessidade imediata pode aparecer apenas como detalhe de implementacao ou comentario. Next step suggestion: converter esta agenda em uma `decision` que feche o escopo da primeira wave read-only do `EditorWorkspace`, incluindo composicao visual, tabs, `Project Navigator`, `status bar`, snapshot estrutural da arvore, buffers abertos em memoria e o que fica explicitamente fora da wave por ausencia de escrita/semantica/LSP.